domingo, 23 de janeiro de 2011

Vinhos!

Uma das vantagens de estar em um clima mais frio é poder aproveitar para tomar uns vinhos sem subir o calor como em Recife. Tenho um amigo que toma uma taça no almoço e outra no jantar, mas não sei como ele consegue! Quando cheguei por aqui, me propus a fazer o mesmo, e acompanhar as refeições com um bom vinho nacional. Bom e barato! Não queria comprar vinhos caros, mas estabeleci um limite de quatro euros. As opções abaixo disto são inúmeras, e como não sou exímio conhecedor, e estou longe de ser um enólogo, para mim o que importava era o sabor. Devo dizer que não tive nenhuma grande decepção, nem com alguns mais baratos que comprei (menos de dois euros). Pedi dicas a um amigo que trabalha no ramo, e ele indicou vinhos das regiões da Rioja e Ribeira del Duero, os quais eu realmente gostei. Achei melhores que os de Valdepeñas e Bierzo, porém também apreciei os da região de Navarra.
Boa parte dos vinhos espanhóis são varietais, isto é, feitos de mais de um tipo de uva. Alguns nem colocam no rótulo a composição, mas a maioria tem Tempranillo, Garnacha e Cabernet. Os vinhos Crianza têm um ano de envelhecimento em barris de carvalho e um na garrafa, e os Reserva um em Carvalho e dois na garrafa.
Segue a relação dos vinhos que degustei, separados pela região:

Valdepeñas:
Castillo de Saldepeñas
Señorio de Los Llanos - Tempranillo - Crianza

Rioja:
Campo Viejo - Crianza
Campo Viejo - Tempranillo
Chicoa - Crianza
Ordate - Crianza
Viña Amate - Tempranillo/Garnacha - Crianza 2006
Castillo Albai
Barón de Urzande
Antaño - Crianza 2007
Romeiral - Tinto jovem 2009
Campo Villares - Reserva 2006
San Millán - Tempranillo - Crianza 2005

Ribeira del Duero:
Viña del Val - Tinto jovem 2009
Vega Cubillas  - Tinto jovem
Valpincia
Valpincia - Tempranillo - Crianza 2007
Don Alvaro
Mayor de Castilla Cosecha
Altos de Tamaron - Tempranillo - Reserva 2005
Alteza - Tempranillo - Crianza
Dehesa de La Jara - Tempranillo

Navarra:
Gran Feudo - Tempranillo/Garnacha/Cabernet - Crianza 2006
Alarnes - Crianza 2007
Príncipe de Viana - Tempranillo 2009

Bierzo:
Ensueño - Mencia
Flavium - Mencia - Crianza
Viña Oro - Mencia

Rias Baixas:
Terra Mundi - Albariño (branco)

Espumantes:
Rosado Cava Castellblanch
Cava Portacelli Brut

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tarta de Santiago

Além dos frutos do mar, uma das comidas mais tradicionais de Santiago é a sua Tarta. Apesar do nome, para nós seria um bolo, pois não tem recheio. Ela é feita sem farinha de trigo, basicamente com amêndoas trituradas, ovos e açúcar. É bem típica, com diversos pontos de venda pela cidade, além dos biscoitos de amêndoas e as Pedras de Santiago (amêndoas com chocolate). Todos são muito gostosos, e o bolo é arrematado com açúcar polvilhado por cima de um molde da cruz de Santiago, deixando um efeito interessante. Segue a foto para deixá-los com água na boca.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Quarenta!

Pois é, cheguei aos quarenta! E Deus quis que eu entrasse nos "enta" bem longe do Brasil. Ainda bem que minha mãe veio juntar-se a nós para passar o fim de ano e participar deste "grande evento". Comemoramos com um jantar em um restaurante daqui de Santiago, e procuramos comer comida Gallega.




No dia seguinte, que era a véspera do retorno de minha mãe ao Brasil, resolvemos estender a comemoração e fazer a sua despedida com mais quitutes locais, desta vez em casa mesmo.

 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Bateaux Mouches - Léon de Bruxelles

Em nossa última noite em Paris fomos fazer o passeio de barco pelo rio Sena, nos famosos Bateaux Mouches. A chuva resolveu aparecer, mas não impediu que desfrutássemos da visão da cidade em outra perspectiva, especialmente a beleza da torre iluminada e piscando a cada uma hora.




Depois do passeio, fechamos o dia e a viagem com um jantar no Léon de Bruxelles da place de Clichy, em Montmartre. É um restaurante especializado em mulles (mexilhões), muito gostoso, e lá nos lembramos muito de Almir e Karina, autores do site www.conhecaparis.com, que nos ajudou muito a planejar a viagem . Foram eles que nos apresentaram os mulles quando estivemos juntos em Brugges. A foto do crème Brülée é em homenagem à Karina.



Parc La Villette - Champs-Élysées

Começamos o sábado pelo Parc La Villtte. É um parque bem grande, com duas "cidades" principais. Na cidade das ciências, existem várias exposições, um cinema dentro de um globo (Geóde) e a cidade das crianças. Descartamos o cinema pois os filmes eram em françês, mas os meninos adoraram a parte das crianças. É uma área interativa com seis temas (televisão, jardim, corpo, energia, usina e brincadeiras com água). Muito interessante. Os meninos amaram, e ficaram correndo de um lado para o outro, para não perder nada. O ingresso custa 8 euros para adulto e 6 para criança, por um período de uma hora e meia.


O parque tem uma grande área ao ar livre, que deve oferecer muitas atividades no verão, mas que não tinha nada no inverno. Atravessamos toda esta parte para irmos à cidade da música, porém lá os meninos não participaram de nada, pois as atividades infantis eram em françês. Ainda bem que tem uma estação de metrô em cada "cidade", então não precisamos voltar, e de lá fomos passear na Champs Élysée.




L ´Open tour

Após sairmos da torre, aproveitamos para fazer as outras duas rotas do ônibus que não tínhamos feito, para ter uma visão bem ampla da cidade. Elas passam por Montparnasse - Saint Germain/Bastille - Bercy.


Depois fomos passear pelas ruas de Montmartre, onde jantamos.


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Torre Eiffel

Construída para a exposição mundial de 1889, com projeto do engenheiro Gustave Eiffel, a torre é um capítulo à parte em Paris. Ela realmente é muito bonita, e destaca-se na paisagem da cidade.
Na sexta feira, começamos mais um dia de chuva passando em um shopping na Place d´Italie, pois a bota que minha mãe estava usando passou a incomodá-la, então fomos comprar outra. Na saída, pegamos o metrô para ir ao centro pegar o ônibus e continuar nosso city-tour, porém percebemos que o tempo havia melhorado (a linha 7 do metrô e quase toda ao ar livre), e decidimos seguir para a torre, que era naquela mesma linha. Os meninos ficaram um pouco frustrados porque o topo estava fechado para reformas, o que ocorre durante um mês todos os invernos, porém aproveitamos bastante a ida até o segundo estágio.





No primeiro estágio tinha uma pista de patinação no gelo e um bar de gelo.